Histórias Transantes #3

23 de fevereiro de 2016

Intensidade nunca é demais?

Resposta: tudo em excesso faz mal!

Eu acho que Carnaval é um tempo pra se aproveitar com muita intensidade – e na pegação a coisa não é diferente… Fiquei com um menino numa festa e, em um certo momento dos amassos, a coisa ficou muito quente (beija aqui, aperta ali, enfia a mão lá…). Fomos embora da folia pra um lugar mais reservado e tava tudo ótimo, até que, na pressa de tirar a cueca, ele faz tudo errado: enrosca o pé e bate a cara na quina do guarda-roupa! Imagina a cena? Morri de rir e acabou que nada mais aconteceu!

A diferentona

Padrão de beleza não significa pegação!

Estava Diamantina passando o Carnaval com um grupo de amigas. A casa era dividida em duas partes: andar de cima para as mulheres e o de baixo para os homens. A galera já estava empolgada, mas tudo melhorou quando chegou o último grupo de rapazes que iam ficar na casa. Um deles era alto, loiro, olhos azuis e um corpo naturalmente bonito. As meninas enlouqueceram e, claro, eu também! Só que como sempre fui de uma beleza mais “comum”, achei que não fosse chamar a atenção dele, já que todas as outras meninas eram bem mais bonitas que eu.  A grande surpresa foi ele subir no meu quarto pra dizer que queria passar o Carnaval comigo porque tinha me achado a mais bonita das meninas! Claro que tasquei um beijo bem gostoso nele depois – inclusive, foi o primeiro de vários. Saudades desse moço e dessa surpresa deliciosa!

Quase que o bloco não sai!

Quem diria que seria difícil transar no Carnaval?

Fui ao Maranhão passar o Carnaval e já na primeira noite reencontrei a primeira paixão da minha vida. Que coincidência boa! Conversamos e nos prometemos ter aqueeeela noite quente pra matar a saudade, só que ele sumiu. Acabamos nos encontrando na última noite e fomos para o único motel que tinha ali perto. Chegamos lá e estávamos super no clima, explodindo de tesão, até que recebemos a má notícia: estava tudo lotado. A solução: ir a pé para outro lugar. Nada fora do normal, se a gente não tivesse sido cercado por uma multidão de brincantes que apareceu bem na hora que saímos do motel. Nunca tinha visto tanta dificuldade pra transar no Carnaval!

Será que ele é… fura-olho?

Depende do ponto de vista!

Estava eu curtindo um bloco de Carnaval quando avistei um garoto maravilhoso… Foram várias trocas de olhares, mas faltou coragem de ambos os lados (pois nenhum de nós sabia se o outro também era gay).
Passadas duas horas de folia, um amigo meu, através de um aplicativo de paquera gay, marcou de ir encontrar, adivinhem… Com o mesmo menino! Seria essa coincidência um milagre de Carnaval?! Eu fui junto com esse amigo, mas sem saber quem ele ia encontrar. Chegando lá, meu amigo não curtiu muito, então ficou de enrolação, porque não queria ficar com ele… Enquanto ele ficava fazendo charminho, eu já estava engolindo o garoto com meus olhares monstruosos de desejo. De repente, o gatinho cortou o “blábláblá” do meu amigo, deixou ele de lado e partiu pra cima de mim!
O único lado ruim da história, é que meu amigo ficou dizendo que eu era “fura-olho”.

Pra tudo tem uma primeira vez…

Mas tinha que ser em cima de uma goiabeira?!

Sempre fui bem caseiro e por isso demorei muito a sair pra gandaia, mas quando me meti na folia foi pra nunca mais sair! Era o meu primeiro carnaval e, no meio do bloquinho, comecei a me pegar com uma morena mais velha que eu, claramente ela já era “iniciada” no mundo da pegação – e eu era virgem! Daí a coisa foi esquentando e preferimos sair dali, mas não tinha lugar algum pra irmos. Só teve um jeito: subimos numa goiabeira e transamos lá em cima mesmo! Foi inesquecível demais, até hoje não soube de alguém perdendo a virgindade de um jeito mais louco que esse!

 

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